Forma Frequências
A forma Frequências agrupa uma simulação pelos valores discretos que um termo toma e mostra, para cada um deles, o que cada série tira das leituras que lá caíram.
Visão geral
Há termos que não tomam valores num intervalo, mas sim um valor de um conjunto: o nome de uma cor, um fruto, o número de um jogador, a face que saiu num dado. Para um termo assim não há curva a representar — o que interessa ver é quantas vezes saiu cada um dos seus valores e o que o resto do modelo estava a fazer nessas alturas.
A forma Frequências responde às duas coisas. Um dos eixos tem os valores que o termo das categorias pode tomar. Cada série responde, para cada um desses valores, com um único número: quantas leituras houve, ou qual foi a soma, a média ou a dispersão do seu próprio termo nessas leituras.
Enquanto um Gráfico representa um termo em função de outro, leitura a leitura, um gráfico de frequências lê a simulação inteira de uma vez e apresenta-a categoria a categoria.
O eixo das categorias
O eixo das categorias é construído a partir do termo indicado em Categorias:
- Um termo restrito a um conjunto de etiquetas —
z \in \{green, blue, red\}— traz o conjunto inteiro, pela ordem em que foi declarado. Uma etiqueta que a simulação nunca atingiu continua a ter o seu lugar, a zero, em vez de desaparecer da imagem. - Qualquer outro termo traz os valores que se viu tomar, por ordem, lidos com a exatidão com que o modelo trabalha, para que a mesma leitura não seja contada duas vezes. Os números inteiros escrevem-se como inteiros: o número de um jogador é
7, e não7.00.
Funções
Cada série indica uma função, escolhida no botão no fim da sua linha. A função decide o que a série tira das leituras que caíram numa categoria.
| Função | Responde com |
|---|---|
| Frequência absoluta | Quantas leituras da categoria tinham um valor para o termo da série. Se o termo da série for o próprio termo das categorias, é a frequência absoluta de cada valor. |
| Probabilidade | A fração que essas leituras representam no total de leituras da série, de modo que as categorias somadas dão 1. Numa simulação suficientemente longa, é a probabilidade que o modelo atribui a esse valor. |
| Soma | O total do termo da série na categoria. |
| Média | A média do termo da série na categoria. |
| Mediana | A leitura do meio, ou a média das duas leituras do meio. |
| Mínimo / Máximo | A leitura mais baixa e a mais alta da categoria. |
| Desvio padrão | A dispersão das leituras, calculada como amostra. |
count(z) ou P(z).
Dois eixos de valores
Uma contagem pode chegar a meia dúzia e uma média pode chegar às centenas. Lidas na mesma escala, a mais pequena fica esmagada contra o eixo. Por isso cada série tem um eixo de valores à sua escolha — indicado na sua linha pelo lado ao longo do qual esse eixo corre, desenhado e não escrito — e os dois eixos têm escalas separadas:
| Eixo | Gráfico na vertical | Gráfico na horizontal |
|---|---|---|
| Principal | Esquerda | Em baixo |
| Secundário | Direita | Em cima |
Cada eixo ajusta-se ao que as suas séries atingiram, e cada um tem escrito ao longo do seu lado o nome das séries que lê, para que possas ligar um marcador à escala a que pertence sem uma legenda separada do gráfico. A grelha é desenhada só para o eixo principal: um segundo conjunto de linhas cruzá-la-ia em valores que nada significam nela.
Um eixo que tenha uma barra inclui sempre o zero, porque as barras são desenhadas a partir do zero. Um eixo que só tenha símbolos ajusta-se justo aos seus valores.
Marcadores
Cada série é desenhada com um marcador e uma cor próprios, ambos escolhidos na sua linha. O marcador escolhe-se numa lista que desenha cada um deles, e a própria linha mostra esse marcador ao lado do nome da função, por isso lês na linha o que a série é e como vai aparecer, sem a abrires.
| Marcador | Desenhado como |
|---|---|
| Barra | Uma coluna a partir do zero do eixo. As séries de barras ficam lado a lado dentro da faixa da sua categoria, cada uma no seu lugar, para que nenhuma barra esconda outra. |
| Círculo, Quadrado, Triângulo, Losango | Um símbolo ao meio da faixa, que se lê como um valor relativo à categoria inteira e não como uma coluna entre várias. |
Ligar o olho ao lado de uma série escreve, junto a cada um dos seus marcadores, o número com que ela respondeu.
Orientação
O gráfico é desenhado na vertical ou na horizontal, conforme a linha Orientação do menu de definições.
- Vertical — as categorias ficam ao longo do lado de baixo e os eixos de valores nos lados esquerdo e direito. As barras crescem para cima.
- Horizontal — as categorias ficam ao longo do lado esquerdo e os eixos de valores em baixo e em cima. As barras crescem para a direita.
Num gráfico na vertical, as etiquetas das categorias demasiado largas para a sua faixa aparecem rodadas. Etiquetas compridas — nomes de frutos e de cores — leem-se melhor com o gráfico na horizontal.
Escala
Enquanto a Escala automática estiver ligada, os dois eixos de valores ajustam-se ao que as suas séries atingiram. Se a desligares, os quatro extremos passam para as duas linhas abaixo; um extremo deixado em branco continua a ser o gráfico a encontrá-lo.
Propriedades
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
categoryTerm | Termo cujos valores discretos formam o eixo das categorias. |
categoryTermCase | Cenário em que o termo das categorias é lido. |
orientation | vertical ou horizontal. |
series | Uma entrada por série: term, case, aggregate (count, probability, sum, mean, median, min, max, sd), axis, mark, color, showLabel. |
autoScale | Quando é verdadeiro, os dois eixos de valores ajustam-se às suas séries. |
valueRange | Os quatro extremos — primaryMin, primaryMax, secondaryMin, secondaryMax — usados enquanto a escala automática está desligada. |